Dívida de financiamento imobiliário

Você paga juros indevidos em seu contrato? Quer se livrar desse problema? Saiba que o serviço de revisão de juros abusivos que nós oferecemos é perfeito para o que você precisa! Compreenda melhor esse assunto e veja como podemos te ajudar.

Como Reduzir Suas Parcelas no Financiamento de Imóvel?

Há muitas irregularidades cometidas nos contratos de financiamento. Os bancos não orientam os consumidores de forma clara e objetiva sobre o valor residual na entrega das chaves, taxas de juros e mecanismo de parcelas após a entrega das chaves. São pequenos detalhes que farão enorme diferença no bolso ao longo do período financiado. Diferença tão grande que pode inviabilizar a continuidade dos pagamentos e a sustentabilidade da família.

Como limpar meu nome?

A retirada das restrições ao CPF sem o pagamento da dívida é tarefa exercida apenas na esfera judicial. Por esse motivo, se há uma situação de inadimplência temporária, oferecemos assessoria para equacionar a sustentabilidade da família, repensando todas as finanças no sentido de encontrar a saúde financeira. Uma ferramenta importante é a perícia no financiamento, onde se poderá identificar erros e abusos embutidos no contrato, e assim recalcular o valor total. Um recurso fundamental para se conseguir reduzir as parcelas, útil tanto numa simples negociação direta como no caso do mutuário decidir-se pelo caminho de uma ação judicial.

Como evitar o leilão do seu imóvel?

É necessário agir rápido, pois os bancos possuem mais interesse em tomar posse do imóvel, do que em fazer acordos ou facilitar o pagamento. O primeiro passo é suspender o leilão, argumentando que a execução extrajudicial é inconstitucional, uma vez que não lhe foi oferecida a mínima chance de defesa.

Atrasei as parcelas do financiamento imobiliário, e agora?

Todos sabem que em momentos de crise a palavra de ordem é “apertar os cintos”, diminui aqui, enxugam-se os extras ali, e se dá prioridade ao que for essencialmente necessário.

O fato é que com as recentes mudanças no sistema de financiamento de imóveis, aliadas à crise econômica, aumentou o número de brasileiros com dificuldades para arcar com os compromissos assumidos, dentre eles o financiamento da casa própria.

E nessa hora tem-se que buscar uma solução para não se perder o imóvel, ou seja, é necessário tentar renegociar a dívida com o banco, algo que nem sempre é fácil.

Mas como fazer e como agir nessa situação? Aqui vão dicas importantes a serem seguidas, vejamos:

O primeiro passo é juntamente com o banco tentar aumentar o prazo do financiamento, mantendo a taxa de juros. É certo que ao final o valor do imóvel sairá bem maior do que o planejado, mas se a crise aperta deve-se considerar essa alternativa.

Caso a instituição financeira não aceite o seu pedido, você pode se utilizar da portabilidade bancária. Ela pode nesse momento lhe salvar, uma vez que outra instituição financeira deverá adquirir seu débito em melhores condições de pagamento e de taxas de juros.

Neste caso lembre-se apenas de pesquisar bastante, pois se a taxa de juros for maior do que a atualmente paga, poderá não compensar utilizar essa modalidade.

Outra alternativa, é utilizar o FGTS para pagamento de parte das prestações que estão a vencer, lembrando que neste caso você paga 20% (vinte por cento) do valor das parcelas e o fundo 80% (oitenta por cento).

Já se as prestações estiverem em atraso só é possível utilizar o FGTS através de decisão judicial.

Caso as alternativas acima não lhes sejam viável ou a instituição financeira não dê condições de negociação, ainda existe a possibilidade de você alugar o imóvel, para que seja mantido o financiamento ou até mesmo em caso extremo vendê-lo, quitar a dívida e adquirir outro de menor valor.

Já se você não pode alugar ou não quer se desfazer do bem, em último caso, procure o Poder Judiciário, mais não deixe suas prestações atrasarem por muito tempo.

É que os financiamentos atuais são realizados com a garantia da alienação fiduciária de bens imóveis. Nessa modalidade se o mutuário atrasar com o pagamento de três parcelas ou mais, o banco já inicia o procedimento de execução extrajudicial da dívida e sua retomada é bem mais célere.

Por fim, fuja de empréstimos pessoais para quitar o financiamento, pois isto é uma péssima saída, uma vez que os juros praticados são bem maiores dos que os aplicados aos financiamentos habitacionais.

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